Mais um dia de folga.
Dia 30 de maio de 2009
Depois de passar a madrugada inteirinha tentando ligar o meu computador, tive que acordar as 8 da manhã para tomar café da manhã na casa dos pais do Dani.
Chegamos lá e estava tudo maravilhoso. O jardim deles é simplesmente fantástico. Não sei bem o motivo, mas percebi que nós ficamos enrolando lá durante algum tempo. O nosso motorista do dia, o senhor Woelfling, estava dando aquela enrolada básica. Acho que o momento estava tão agradável e o clima tão bom que não queríamos ir embora.
Mas é claro, como sempre, não sabíamos o que nos aguardava.
Fomos para uma antiga fábrica de sapatos, onde sempre acontecem algumas exposições.
Estavam preparando uma exposição de fotos que está para começar, mas nosso destino era outro. Fomos para uma exposição muito interessante sobre física e corpo humano. A cada passo tinha uma coisa diferente. Verificamos na prática as teorias mais divertidas. Disputamos corridas com animais, medimos força com os insetos (perdemos ambos), testamos nossa memória, resolvemos alguns desafios. Tivemos também coisas bacanas como uma casa que gira em torno da gente e da a impressão que somos nós que estamos girando... Muito legal.
Saímos de lá e fomos dar uma pequena voltinha pela cidade para fazer compras. Entramos nas lojas do rotariano que nos acompanhava... depois fomos almoçar em um restaurante bem bacana. Ele fica do lado da praça mais importante da cidade, onde tem uma cachoeira linda. Mas depois disso, acabamos encontrando com os pais de verdade do Daniel... isso mesmo... os pais brasileiros dele. Eles estão fazendo um tour pela Alemanha e aproveitaram pra visitar o filhão. Mais tarde eles passaram na casa da família que estava hospedando o Dani e tomaram um café. Enquanto isso, os demais participantes do IGE tiveram um tempo livre que foi muito valioso. Graças a este tempo de descanso que estou conseguindo atualizar o nosso blog. Eu sei que estamos ainda um pouco atrasados com as notícias, mas meu computador quebrou completamente e estou tendo que usar o do Peterso.
A minha irmã Regina, nos convidou, a mim e ao Peterso, para irmos com ela em um bar balada da cidade, mas já tínhamos combinado de estar presente no churrasco que a família da Rê e da Leda estavam dando. E que churrasco... na verdade eles estavam fazendo uma espécie de pizza francesa, mas estava uma delícia. Comemos muito e bebemos um pouquinho. Quando acabamos de comer, afastamos as mesas e colocamos a brasa no chão. Aproveitamos e fizemos uma apresentação em PPT, e depois ficamos até altas horas, conversando sobre diversos assuntos. Tenho certeza de que causamos uma boa impressão, da mesma forma com que eles causaram boas impressões para nós também. Queria muito que a Ana estivesse comigo. Tentei até ligar pra ela, mas de noite eu consegui falar com o meu amor. Te amo Amor. Beijos.
30 de mai. de 2009 Postado por Alê às 08:42 0 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Hoje acordar foi ainda mais difícil que nos dias anteriores. Minha bateria está acabando.
Passei a madrugada inteira tentando fazer o meu computador funcionar... fiz de tudo, mas não consigo encontrar o problema.
Enfim... como o Paul já havia partido para Berlin quando nós acordamos, tivemos que tomar café da manhã com o Haroldo e o Daniel. A casa do pai deles é muito bonita. Sentamos para tomar café da manhã com vista para o castelo da região. O castelo está em ruínas, mas segundo a Renata, que foi a única que teve oportunidade de ir pra lá, é um passeio que vale a pena fazer.
Saímos do café da manhã e fomos para a WASGAU. Esta é uma empresa de supermercados local que tem as melhores notas de qualidade da região. A pesar de ser bem mais caro que o normal, as pessoas ainda preferem comprar nas lojas wasgau do que em outros supermercados.
Em seguida, fomos diretamente para a companhia de eletricidade da cidade. Fui recebido por um cara que parecia o ator principal do filme “ou tudo ou nada”. Ele era muito legal, e estava sempre acompanhado de um senhor de bigode completamente diferente dele. Pareciam uma dupla dinâmica. Um bastante calmo e quieto, alto e de bigode. O outro, baixinho, magrinho, agitado, e sem bigode...hehe
Eu estava acompanhado da Renata e depois de conhecer o centro de controle da empresa começamos um tour pela cidade.
Esta empresa é responsável pelo suprimento de gás, luz, água e calor para a cidade de Pirmanses e redondeza.
Bom... acho que fica mais fácil eu explicar como ela funciona pelo esqueminha que desenhei.
Duas coisas me deixaram preocupado com relação a este esquema. Primeiro... o sistema de calefação produz calor que é transferido para a atmosfera. De certo modo, estamos aquecendo o meio ambiente. Segundo, se olharmos para o que estamos liberando na atmosfera, veremos que são gases poluentes como o monóxido de carbono e o NO2.
Mas a eficiência da empresa chaga, por meio deste sistema, a 95%.
Saindo de lá nos encontramos todos na frente do banco do pai do Daniel e fomos comer em um Kindergarden (sei lá se escrevi isso certo...rs) Tirando o frio da noite, foi bem legal. Depois fomos para casa tentar mais uma vez consertar meu computador madrugada a dentro.
29 de mai. de 2009 Postado por Alê às 08:17 0 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Dia 28 de maio de 2009
Hoje acordamos mais cedo do que gostaríamos para variar..rs
O café da manhã foi na nossa casa mesmo, e todos estavam lá quando eu e o Peterso ficamos prontos.
Nos dividimos em dois carros e fomos para a fábrica da Mercedes Benz. Mas não em uma fábrica normal, mas em uma fábrica de caminhões da Mercedes. Mas antes, é claro... a pedidos da minha mãe, minha irmã e meu amor, eu fui com o pai da Leda e da Re visitar um especialista em sapatos e pés. Ele olhou meu pé e me deu uma palmilha que estou usando. A dor no pé diminuiu consideravelmente, e meu humor melhorou bastante....hehe O lugar é simplesmente monstruoso. Logo na entrada nos deparamos com um mini museu da empresa. Caminhões dos mais antigos estavam expostos ao redor do refeitório, e quando nos deparamos com um modelo de 1886 que atingia uma velocidade máxima de 18 km por hora, nos animamos bastante. Tínhamos certeza de que o dia seria especial.
Tomamos mais um cafezinho básico lá no refeitório mesmo e em seguida nos encontramos com nossa guia. Ela nos explicou que infelizmente não poderíamos tirar fotos da produção. Em seguida nos deu um aparelho com um fone de ouvido para que pudéssemos ouvir o que ela dizia. Nos juntamos a mais umas 25 pessoas e entramos no ônibus em direção à produção.
A Mercedes não fabrica todas as peças da linha de montagem... a grande maioria já vem pronta para a linha de montagem, tendo sido fabricadas em outras empresas credenciadas.
Passamos por toda a linha de montagem dos caminhões, desde a cabine até os chassis.
É impressionante. Muita coisa é totalmente computadorizada. Carrinhos sem motoristas andavam para cá e para lá pegando peças e levando para rebitadoras e soldadoras automáticas que mais pareciam pertencer ao filme Matrix. Os carrinhos sabiam exatamente onde ir e as máquinas sabiam o que tinham que fazer com cada peça, mesmo que a linha de montagem fosse caótica. Calma...rs... vou explicar.
A empresa recebe os pedidos e vai lançando no sistema... isso quer dizer que ao mesmo tempo, tem que ser produzidos caminhões grandes, pequenos, verdes, vermelhos, com banco de couro, com sirene... enfim... todos os tipos disponíveis. É claro que existem alguns homens auxiliando nesta montagem e verificando quais peças devem ir para cada caminhão, mas é um caos total. Existe uma esteira que vai levando os caminhões (várias esteiras diferentes na verdade... uma para a cabine, uma para as portas, uma para o chassi....etc.) E esta esteira demora uma semana para dar a volta. Mas na esteira são colocados os diferentes caminhões (desmontados) em fila com pouco mais de 2 metros de distância entre um e outro. Alguns trabalhadores se dividiam em equipes de forma a ficarem sempre no mesmo setor. Por exemplo, o painel era colocado por um grupo de 3 pessoas, por tanto, eles ficavam parados praticamente no mesmo ponto, pegando os painéis que vinham em seqüência (com auxilio de girafas hidráulicas) e colocavam no caminhão... quando chegava o outro caminhão, cerca de 7 minutos depois, eles já tinham acabado de instalar o painel no primeiro e começavam novamente o trabalho. O interessante é que os operários têm que conhecer, muito bem, toda a linha de montagem, uma vez que a cada segundo eles tem que montar um produto diferente. Nossa guia nos explicou que salvo raras exceções, os caminhões têm basicamente o mesmo padrão de montagem. Durante nosso passeio descobrimos inclusive que se mudássemos o canal do aparelho do 3 para o 5, passaríamos a ouvir as mesmas instruções em português. Foi ai que descobrimos que grande parte do grupo que nos acompanhava era de Manaus. Mas não quisemos ficar no português, com exceção da Leda e do Haroldo. Acontece que o tradutor não tinha um bom português e as vezes lhe faltavam algumas palavras importantes. Mas como a nossa guia estava falando em inglês, podíamos entender bem melhor no canal 3.
Aproveitamos e almoçamos a mesma comida que o proletariado da Mercedes. Vejam só que comida ruim...hehehehehe. Eu me empanturrei. Mas depois tivemos que sair da Mercedes para continuarmos o nosso programa. Fomos então para Speyer onde está localizada a primeira catedral católica da humanidade. Em poucos dias nós tínhamos visto a primeira igreja, e agora estávamos frente a frente com a primeira catedral. Logo de cara nos deparamos com um monumento que simbolizava a captura de Jesus no monte das Oliveiras. A igreja é linda. Tem uma arquitetura românica e abriga um mausoléu onde estão sepultados algumas figuras importantes como bispos e outros.
Saímos da igreja e fomos dar uma volta pela cidade. Eu não conseguia parar de pensar na Ana, e quando a Leda entrou em uma loja de roupas, eu entrei junto. Foi quando eu vi uma coisa que tinha tudo a ver com minha namorada. Decidi comprar na hora. Espero que ela goste.
Tomamos um café bem gostoso e de lá mesmo decidimos jantar em um clube de esportes onde tinha uma pista de boliche.
Chegando lá comemos umas pizzas bastante interessantes e começamos a jogar. Estávamos todos exaustos. A Renata foi a grande surpresa da noite terminando em segundo lugar, seguida pelo nosso capitão Haroldo (ou Harralllldo, como estamos chamando ele aqui...hehe). Mas a grande vitória da noite ficou mesmo com o Daniel, que depois de um começo apagado se recuperou, superou todo mundo e ainda terminou com larga vantagem a nossa competição amigável...rs
Chegamos em casa e encontramos a nossa nova irmã, Regina que irá cuidar de nós daqui pra frente. O Paul tem que ir para Berlim e não mais o veremos, por tanto fizemos ali mesmo a nossa despedida...
Mesmo cansado, eu continuei tentando consertar meu computador. As 3 da manhã desisti e decidi que era melhor dormir um pouco.
28 de mai. de 2009 Postado por Alê às 07:55 0 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Indústria do aço.
Dia 27 de maio
Hoje foi difícil acordar...estávamos todos doloridos, porém bastante felizes. O rotariano que veio nos buscar desta vez foi o Gerhard (Geraldo) que nasceu no Brasil e veio para a Alemanha com apenas 2 anos de idade. Ele foi o primeiro Host father da Michele Leivi e fala um pouco de português. Ele nos levou para conhecer um outro patrimônio da humanidade reconhecido pela UNESCO. Mas este tinha algo de especial. Este patrimônio foi o primeiro de sua espécie. Estou falando de indústrias. Neste caso, indústria do ferro e do aço.Pois é pessoal, fomos conhecer a indústria bicentenária que foi a maior indústria de metal da Alemanha. Hoje esta indústria ainda existe, mas esta terceirizando algumas coisas, por isso, pôde montar um museu e abrir para visitantes.
Nosso guia nos explicou que para transformar um minério de ferro em metal líquido, é preciso aquecê-lo a temperaturas muito elevadas. E para isso, eles tinham 6 fornos de 29 metros de altura. Mas o forno precisa de combustível. O fogo se alimenta de oxigênio, e quando falamos em temperaturas tão elevadas para fornos tão grandes, estamos falando de muito oxigênio. Por isso, a empresa construiu um outro prédio do outro lado da rua (tiveram até que construir uma ponte) para abrigar as 10 máquinas sopradoras de vento necessárias para abastecer os fornos com oxigênio suficiente. O mecanismo é bastante simples. Um motor gira um pistão que empurra o vento por canos que vão até os fornos. Mas imaginem só o tamanho destas máquinas. A roda do motor atingia mais de 6 metros de raio e a máquina tinha mais de 20 metros de comprimento. Ela era alimentada por gás, o mesmo gás filtrado que era formado durante o derretimento dos minérios de ferro. Ao girar a grande roda, com o auxílio de um gerador acoplado, a máquina produzia energia suficiente para abastecer a empresa inteira. Mas o óleo evaporava e depois condensava no chão que precisava ser constantemente limpo. Hoje ainda é possível sentir o cheiro do óleo que foi absorvido pelas paredes.
Saímos de lá e fomos para o trilho de trem onde chegavam os minérios. Cada vagão parava entre dois grandes funis. As laterais dos vagões eram abertas, e os minérios caiam para os lados. Abaixo dos funis, passavam vagões suspensos por um trilho que conduzia eles para a máquina trituradora. Nesta máquina, as pedras eram trituradas, mas produziam uma densa poeira cheia de metal. Esta poeira era sugada por exaustores que conduziam à um forno que tinha a temperatura suficiente para aglutinar as partículas e formar pequenos bolinhos de minerais. Esses dois produtos, o bolinho de poeira metálica e as pedrinhas trituradas eram levadas até o topo dos fornos. Nesta hora é que a coisa complicava. O forno era aquecido a carvão. Mas eles descobriram que se aquecessem o ar que alimentava os fornos, poderiam economizar até 80% de carvão. Então, construíram, para cada forno, 3 outros fornos recheados de pedras vulcânicas. No primeiro forno, eles queimavam o gás para aquecer as pedras o máximo que podiam. Quando elas estavam bem quente, eles mudavam para o segundo forno. Enquanto aqueciam o segundo forno, eles abriam o primeiro para a passagem do ar. Desta forma eles iam revezando entre os dois fornos em um trabalho de 24 horas por dia. O terceiro era apenas para emergência. Mas tudo isso precisava ser resfriado, o que era feito com um prédio próprio de reserva de água. A água era jogada de forma a atingir a máxima área do forno possível. Ao chegar no térreo, a água estava bem quente, e por isso era usada para aquecer tudo no inverno. Mas temos que lembrar que para que tudo isso funcione, era preciso pegar o gás dos fornos. E como o gás estava quente, podemos entender que ele tente a subir. Mas no topo do forno é onde deve ser jogado os minerais. Se deparando com este problema fatal (uma vez que o gás é altamente tóxico), eles desenvolveram um mecanismo muito interessante. O forno era tampado por um chapéu, e logo abaixo dele ficava um outro chapéu em forma de sino. O segundo chapéu tinha apenas 5 metros de diâmetro, enquanto que a boca do forno começava com 4 metros e terminava com 10 metros. Isso fazia com que o diâmetro do forno na região onde o sino ficava fosse maior que o diâmetro do próprio sino. Quando os operários levantavam o chapéu superior, o sino também subia para onde o diâmetro é menor, e lacrava o forno novamente. Dá pra ver pelo gráfico que desenhei. O restante do gás que ainda escapava era facilmente queimado jogando um pedacinho de brasa lá dentro. Impressionante não?
Eu adorei.
Bom... comemos por lá mesmo... e tava uma delícia. Depois aproveitamos pra visitar uma feira do cérebro que tinha lá com várias coisas interessantes sobre ilusão de ótica, percepção, coordenação, comandos e tudo mais sobre o cérebro humano. Claro, tinha um que envolvia memória... eu mandei muito bem neste. Surpreendi todo mundo.... mas tinha outro que envolvia coordenação para andar de patinete. Só que o patinete tinha o guidão invertido. Virando para a direita você ia pra esquerda... Adivinha... não parei em pé...hehe.
Fomos de lá direto para a nossa casa para arrumar a mala e nos despedirmos desta família linda. Eles pareciam aquelas famílias dos comerciais de Doriana. Tudo perfeito. Eles formam um casal lindo. A casa é enorme e linda. Os filhos... lindos e educadinhos... Ele bem humorado, e ela uma dama perfeita. Não parava de lembrar da Ana toda vez que olhava pra eles...rsMas tivemos que ir embora.. Fomos para uma cidade chamada Pirmasens. Lá fomor recepcionados por 4 rotarianos bem jovens que nos proporcionaram um ótimo jantar e uma conversa muito gostosa. Saímos de lá já nos sentindo em casa. Eu e o Peterso fomos parar na casa do Paul que é um senhor muito divertido. A Leda e a Renata foram para a casa de um rotariano que parece mais um inglês. Ele é Muito legal. E o Daniel e o Haroldo foram parar na casa de um rotariano dono de um banco. Todas estas casas ficam em uma cidade bem perto de Pirmasens chamada Dahn. Na cidade existe uma rocha, que a exemplo da de Loreley tem diversas histórias... todas envolvendo uma jovem que se jogou de lá de cima...hehe
Ao chegarmos em casa acabamos nos sentando na sala pra conversar com o Paul que já foi para o Brasil. Ele ficou nos fazendo perguntas até 1 da manhã, depois que o vinho acabou.
Ai pudemos ir dormir.
27 de mai. de 2009 Postado por Alê às 10:08 1 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Dia 26 de Maio
Após tomarmos café da manhã todos juntos, entramos na nossa “perua escolar” e fomos para St. Wendel, que é uma cidade de 5.000 habitantes. Lá encontramos com a Michele Leivi, uma brasileira que se mudou para a Alemanha a 15 anos atrás. Aos 17 anos, ela veio para a Alemanha pelo programa de intercâmbio do Rotary e começou a namorar. 1 ano depois de ter voltado para o Brasil, ela acabou se casando com ele e desde então ela tem morado aqui.
Como o dia era de profissionais, o Rotary de St. Wendel preparou algumas coisas mais específicas para cada um. O Peterso ficou na biblioteca da cidade. A Renata foi visitar uma farmácia. A Leda foi conhecer o jornal da cidade. O Daniel e o Haroldo foram conhecer um corretor de investimentos da cidade. E eu, fui com a Michele conhecer o supermercado Globus, um dois maiores supermercados da Alemanha. No início não tinha entendido direito o que ia fazer lá, e muito menos o motivo de ser acompanhado pela Mi, que trabalha como secretária de um cientista engenheiro que pesquisa robótica e interfaces 3D.
Mas ao chegarmos lá, fui levado diretamente para o segundo andar do supermercado, e entendi na hora. O segundo andar inteiro era destinado a produtos têxteis, sendo que 30% do andar era reservado aos produtos infantis e para bebê. Comecei a tentar me comunicar com a simpática senhora que ia me mostrando as coisas, mas não estava conseguindo. Só neste momento que eu realmente entendi a importância da Mi. Sem poupar esforços, ela começou a traduzir tudo o que eu perguntava e depois me traduzia a resposta. Ela parecia as vezes até mais empolgada que eu quando descobria como as coisas funcionavam na loja. Lá aprendi que o supermercado e as lojas especializadas não são concorrentes diretos por trabalharem com clientes diferentes e terem produtos e atendimentos diferentes. Consegui entender melhor como eles expõem as mercadorias, sempre aglutinando tudo pela cor. Verifiquei também que os tamanhos infantis nada tem a ver com o modelo que eu utilizava para os uniformes. Aqui eles se referem unicamente a altura da criança. Ou seja... se a criança tem 66cm de altura, o número dela é 66. Interessante né?A gerente daquele setor me explicou também como era feito o controle do estoque e a diferença entre os produtos básicos e os de coleção.
Eu gostei muito do que vi. Eles importam alguns produtos, e talvez seja um bom negócio para o meu primo David.
Saímos de lá e fomos para o ponto de encontro. Estavam todos sorridentes. Aparentemente todos gostaram muito das suas visitas. O Daniel e o Haroldo comemoravam terem conhecido a empresa do Rotariano que tinha ainda uma imobiliária. A Leda estava bastante feliz com o que viu no jornal, e a Renata feliz com as diferenças entre o sistema de venda de remédios daqui e do Brasil. Mas quem me surpreendeu mesmo foi o Peterso. Inicialmente achei que ele não iria gostar do programa, mas ele ficou muito contente em ver o funcionamento de uma biblioteca. Contou pra nós que as bibliotecas de lá não param. Tem gente que vai todo dia só pra ler o jornal....hehe... que bom.
Mas a fome já estava buzinando sem parar. Pegamos o carro e fomos até um hotel. Mas o hotel não era um hotel normal. Era um hotel com um enorme campo de golf. E que restaurante... a decoração era de primeira... e a comida não ficou atrás. Comemos até estufar, e saímos para apreciar a paisagem. Pegamos uns carrinhos de golf e já começamos a praticar para o que nos esperava mais a noite.Gente, o campo de golf é enorme e lindo. Tiramos algumas fotos. No final acabamos ganhando uma bolinha da Michele que se despediu de nós. Voltamos para casa correndo, porque precisávamos nos trocar. Alguns de vocês devem estar imaginando o que será que nos aguardava, e para não deixar que a imaginação de cada um supere a realidade dos fatos, vou contar de uma vez.
O Rotaract de lá nos convidou para uma corrida de Kart. Ao chegarmos lá, descobrimos que teríamos na verdade um campeonato entre os Rotaractianos, os Rotarianos e nós. Eles fazem isso todos os anos com os igístas. O primeiro foi a 10 anos. O frio na barriga ia crescendo a medida em que íamos recebendo o capuz e as luvas. A mistura de pavor e ansiedade estampada na cara da Leda, do Peterso e do Daniel me deixava ainda mais empolgado. Nenhum deles havia experimentado a sensação de correr a menos de 4 cm do chão. E eu sabia bem o que eles estavam por conhecer. Nosso pai nos contou como seria o regulamento. 3 equipes seriam formadas por 6 pessoas cada. Teríamos então 3 baterias. Rotaract contra IGE, Rotaract contra Rotary e IGE contra Rotary.
De lado, um rotaractiano (presidente) nos contou quem eram os grandes favoritos. Pasmem.. mas eram na verdade favoritas. Comprovando que mulheres podem dirigir muito melhor que muitos homens, as favoritas eram a Marion do Rotaract e a Mônica (nossa mãe) do Rotary.
A pontuação ia de 12 a 1 de acordo com a ordem de chegada.
Nos preparamos, sentamos no Kart, ligamos os motores e começamos a correr nosso 5 minutos classificatórios...
Fazia tempo que não corria de kart... pra ser mais exato, quase um ano. Mas quando vi a velocidade e qualidade da Marion correndo na minha frente, lembrei imediatamente do meu primo Renato que sempre me fazia comer poeira. Mordi os lábios e acelerei para fazer o pódio. O segundo e terceiro lugar ficaram para o Rotaract com Lars e Marion. Mas na hora que começou a corrida, em me senti em casa. Voei baixo. Cravei o tempo de 27,4 segundos e acabei a prova uma volta a frente da Marin que ficou em segundo. A Renata terminou em 5, seguida pelo Daniel em 6, o Haroldo em 8, a Leda em 10 e o Peterso em 12. Como ganhamos a primeira bateria, tivemos o direito de descansar. A corrida entre Rotary e Rotaract pegou fogo. Os líderes da prova se alternavam constantemente. O Michael mais pra trás um pouco, seguia as líderes Marion e Monika na esperança de algum acidente. A Marion abriu vantagem enquanto a Monika se defendia dos ataques do Lars, mas em uma negociação de ultrapassagem mal sucedida entre a Marion e um dos retardatários, o Kart que liderava com folga a prova rodou e foi parar em 7º lugar. Controlando o veículo com maestria, a Monika assumiu a ponta e o domínio absoluto da prova. Parecia tudo resolvido. A Monika tinha mais de meia pista de vantagem para o Lars que lutava agora com o Michael pela segunda posição, enquanto que a Marion lutava para não tomar uma volta da líder. Mas para manter a emoção da prova, aconteceu o improvável. O Kart da Monika quebrou, e até que ela pudesse trocar de kart, foi ultrapassada por 7 corredores. Teve então que fazer uma corrida de recuperação com um kart frio, e assistir, logo a sua frente, a disputa pelo primeiro lugar. A essa altura, a Marion dava um show na pista. Tirou toda a vantagem que existia entre o Michael e ela, e em uma manobra brilhante deixou o presidente do Rotary para a 3ª posição. Mas enquanto a Monika assumia a 5ª posição novamente, o Lars provava que peso não é diferencial quando se sabe pilotar um kart. Ditou o ritmo da prova e mesmo tendo uma melhor volta de 28,4 segundos, terminou com uma diferença de 3 segundos e meio na frente da Marion que teveuma melhor volta na casa de 27,8 segundos.
Não sei se foi a euforia da corrida entre o Rotary e o Rotaract, ou se foi o fato de que a Monika deu um show na pista, mas o fato é que eu estava ainda mais concentrado. Terminamos a corrida com a seguinte classificação. Alexandre em primeiro, seguido pela Monika, Michael, Thomas, Daniel (Necchi), Renata (Taguchi), Wendelin, Patrick, Lea, Leda (Rielli), Haroldo (Zascharias) e Peterso (Rissatti). Já estava definido desde a largada, mas cravando uma melhor volta de 27,2 segundos, conquistei o 4º melhor tempo do dia e terminei a prova com vantagem de 2 voltas para o segundo colocado.
Mas isso não foi tão importante quanto ver no rosto da Leda, do Daniel, do Peterso, do Haroldo e da Renata, a felicidade. Todos adoraram o programa. Ganhamos bonés, tiramos fotos no podium, recebemos o elogio por termos sido o grupo de IGE mais rápido dos últimos 10 anos, e fizemos bons amigos enquanto tomávamos aquela maravilhosa cervejinha alemã.
A primeira pessoa pra quem liguei foi para o meu amor. Contei pra ela como foi o nosso dia maravilhoso e aproveitei pra pedir pra ela contar pra Anita que o Rotaract dela não foi rápido o suficiente pra vencer o Rotaract Club de São Paulo Cambuci...hehehe Te amo amor.
Espero reencontrar todos eles na conferência distrital.
26 de mai. de 2009 Postado por Alê às 09:52 1 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Nossa...
Foi muito difícil nos levantarmos esta manhã. Tínhamos que estar de pé as 6:30, mas quando deu 7:00 um dos filhos do Michel veio nos acordar. Tomei um susto, mas estou muito feliz que ele tenha vindo. Caso contrário, nunca teria conseguido me levantar sozinho.
Meu pé estava doendo ainda mais hoje. Comi bastante açúcar no café da manhã, e o que aconteceu foi que acabei tendo hipoglicemia. Não foi fácil, ainda mais que demoramos pra almoçar. Mas deu tudo certo, e uma hora depois do almoço eu já estava bem.
Bom... hoje viajamos de novo... fomos para Tria. Esta cidade, pertinho da França, foi já capital do império de Constantino. É por isso que esta cidade tem tanta importância para a história do catolicismo.
Nossa primeira parada foi em frente a “Puerta Nigra” (A porta Negra). Ela recebeu este nome porque suas pedras tem uma substância que oxida, o que provoca uma cor escura na superfície.
A porta na verdade fazia parte de um muro que cercava a cidade, mas hoje em dia não existe mais o muro. Nossa guia, que fala português, muito empolgada tentou nos mostrar a importância da cidade de Tria para Constantino e também para outras grandes celebridades como Carl Marx que morou nesta casa:
Em seguida ela nos mostrou a catedral do bispo e também a paróquia de nossa senhora que fica imediatamente ao lado. Mas antes de entrarmos, fizemos um passeio subterrânio pela igreja mais antiga já encontrada na história da humanidade.
Em cima desta igreja, foi construída uma nova, mas assim que o Bispo Maximin assumiu o papado, foi construída uma terceira igreja que na verdade era um grupo de igrejas uma do lado da outra. A idéia era fazer de tria uma cidade tão importante quanto a Roma para os católicos. Mas hoje só existem mesmo os vestígios de tais feitos. Passamos na frente da residência do bispo, e demos conta que nesta semana ele foi apresentado como novo bispo.
Conhecemos também a sala do trono de Constantino. Um salão muito grande de 30 metros de altura, 27 de largura e 40 de profundidade.
Paramos pra comer apenas. Comemos em um refeitório do prédio de assistência do trabalho do governo. Conversamos um pouco e aprendemos que: Uma pessoa desempregada recebe do governo o aluguel, a calefação, eletricidade e gás, além de alguns cursos.
Em seguida, enquanto eu melhorava aos poucos, fomos para a parte externa do muro, onde foi construída uma igreja. Antigamente, não podia se enterrar pessoas dentro da cidade. Por isso, na parte norte na cidade, abaixo da igreja, foi encontrado um imenso cemitério onde fora enterrado o Bispo Maximin. Mais detalhes... vejam o vídeo.
Terminamos o dia em uma reunião do Rotary daqui, onde pudemos conhecer os rotaractianos e nos apresentarmos para todos os presentes.
Foi muito agradável, tirando o calor, mas nada atrapalhou o prazer que tivemos de conhecer um rotariano de 96 anos de idade que se casou a 2 anos pela terceira vez, e que ainda anda de biscicleta todos os dias... o homemtá inteiro...hehe
Ahhh... amor... eu amo vc e estou morrendo de saudades.
bjs
25 de mai. de 2009 Postado por Alê às 16:45 3 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Dia difícil.
A experiência de ter completado duas semanas de IGE nos ensinou que não é fácil se despedir das famílias hospedeiras. O que realmente tornou este dia ainda pior, foi o fato de todos temos nos identificado muito com muitos deles. Além é claro de termos passado uma semana inteira com eles, ainda tivemos muito mais oportunidades de nos conhecermos.
Mas acima de tudo, o que fazia com que nosso dia fosse ainda mais complicado, é o fato de que nem todo mundo estava curado da bebedeira.
Me despedi dos Stam que foram muito legais comigo, e segui, junto com o grupo, para uma igreija muito bonita construída por monges a muitos anos atrás. O padre fala muito bem português, o que foi uma surpresa pra nós. Gravei algumas coisas pra vocês.
Depois disso fizemos uma viagem de 2 horas, mas o ônibus estava muito quente... nossa... eu quase derreti lá dentro.
Mas finalmente chegamos na nossa nova família.
Fomos muito bem recepcionados. Nosso novo pai, o Michel, tem uma casa simplesmente enorme. Por isso ele conseguiu hospedar todo o grupo em uma mesma casa. Chegamos, tomamos cerveja, conversamos um pouco, fomos conhecer o ateliê deles de quase 100m2. Lá mora um artista plástico e também pintor que usa o ateliê para suas obras... Ou seja... eles tem um personal-artista....hahahahahhaha
Saímos de lá e voltamos para o quintal pra jogar bola com os filhos deles. São três meninos muito educados. O Michel trabalha com importação, tempero e exportação de carnes. Ele compra do Brasil, tempera e vende pra França. Ele é muito educado e está sempre sorrindo.. parece muito com os personagens do Barrados no baile...hehe. A Mônica é uma verdadeira dama. Muito bonita e educada, ela mantém a seriedade quase sempre. Nunca perde a postura. Ela parece ser mais nova que ele, mas como ela é muito calma e não dada a piadinhas, dá a impressão de que ela é muito mais madura. Me fez lembrar da Jayde.
Bom... depois de jogarmos bola, tivemos um maravilhoso jantar e uma deliciosa cama pra dormir...hehe
24 de mai. de 2009 Postado por Alê às 16:44 1 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Hoje o foi dia Livreeeeee
Nossa... estava precisando muito deste descanso. As atividades são tão cronometradas que simplesmente não temos tempo nem para massagear os pés. Os meus estão me matando.
Acordei as 10 da manhã e já me arrumei para um dia com a família. Eu sabia que só teria a companhia da Martina por cerca de 2 horas porque ela tinha que trabalhar, mas como hoje, quem escolhe o programa somos nós, decidi passar o dia com o Manfred. A Renata e o Peterso foram com o pai da Rê conhecer a cidade de Wisbaden, e os outros ficaram com suas famílias em casa.
Fiz um vídeo da casa pra vocês verem como a vida é boa neste lugar.
Quando desci fui direto para o jardim e fiquei lá com o Manfred até a hora do almoço. Almoçamos todos juntos e a Martina foi se arrumar pra trabalhar.
Aproveitei pra tirar uma foto dela toda arrumadinha...hehehe Bom... terminando o almoço delicioso, eu e o Manfred fomos assistir às eleições presidenciais da Alemanha. O sistema é bem diferente do brasileiro. Os 1225 delegados votam entre 3 candidatos ao cargo. Se algum deles obtiver acima de 50% dos votos, a eleição acaba. Caso contrário, eles refazem a votação, e se mesmo assim não obtiverem o resultado da maioria, o terceiro pior colocado deixa a disputa para que os outros dois possam decidir com maioria simples.
O Manfred me explicou quem era quem e o que estava realmente acontecendo. Ele comemorou muito o resultado da eleição.
Mas assim que saiu o resultado ele se levantou, colocou a roupa de ciclista, me emprestou uma e nós fomos dar uma voltinha de 23km morro acima... simplesmente fantástico. O tempo que passamos juntos foi ótimo. Vimos mais um outro castelo que está muito barato.. por menos de 1 milhão de euros o castelo pode ser seu. Visitamos também um cemitério de judeus muito antigo no meio da floresta. Mas também passamos por uma antiga estrada romana construída muitos anos antes de cristo.
Voltamos pra casa... tomamos cerveja, tomamos banho e fomos direto pra casa do Haroldo. Lá estava começando um churrasco regado a vinho. O Manfred era o encarregado das bebidas, e como lá, eu era o filho dele (nos chamávamos todos de pais e filhos...rs) ele nunca deixava o meu copo vazio... dizia.. (Ah filho... papai tem que cuidar pra que não te falte nada)...hehehehe
Te amo aninha
23 de mai. de 2009 Postado por Alê às 09:35 0 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Mesmo tendo ido dormir bem cedo (duas da manhã), eu não consegui dormir nada. Fiquei muito cansado, mas mesmo assim consegui me levantar para tomar café da manhã. Conversei muito com meus pai aqui e eles são muito simpáticos.
Saí de casa e entrei na van para voltarmos mais uma vez à Bingen. De lá, pegamos um barco e começamos a descer o Reno em direção a St. Goar.
Acho que passamos por uns 20 castelos... um mais lindo do que o outro...o barco não parava de receber gente, e quando finalmente chegamos em St Goar, descemos e fomos direto para o maior castelo da região. O Reifals é um castelo poarticularmente interessante, porque ele tem vista para dois outros castelos e ficava bem na divisa de dois estados alemães. Fomos direto para o restaurante mais caro de todos e tivemos um delicioso almoço no alto da montanha com vista de 180° para o Reno.
Sem muito tempo pra fazer a digestão, fizemos um mergulho pela história medieval deste castelo. Ele era cercado por vales e pelo rio Reno, permanecendo protegido contra todos os tipos de invasão. Ele é cheio de túneis malucos que não tem iluminação, mas que garantiam que as tropas pudessem mudar de uma ala do castelo para outra quando houvesse uma invasão. Ou seja, quando o castelo perdia o controle de uma ala, as portas eram fechadas e as tropas fugiam pelos túneis que eram dinamitados e demolidos a suas costas.
A construção é fantástica... olhem o vídeo no final.
Como já era muito tarde e estávamos cansados, decidimos voltar pra casa passando por Koblenz para passarmos pelo castelo mais famoso de todos. O ___ é um dos únicos castelos que permanecem exatamente como eram até hoje.
Mas ao invés de irmos pra casa fomos para o Piano bar nos encontrar com o Didi (pai da Renata) e com o Axel (pai do Peterso). Foi muito gostoso.. Conversei bastante com o pai da Re sobre empresas e negócios além é claro de falar bastante da minha namorada que eu amo tanto. Hoje completamos 1 mês de namoro e o meu amor conseguiu aumentar a cada segundo. Parece que estamos namorando a muito mais tempo. Morrendo de saudades amore...
Te amo benhê
22 de mai. de 2009 Postado por Alê às 09:30 1 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Acordamos cedo, e pela primeira vez os meus pais puderam fazer um programa com a gente. Pegamos o carro e em 5 minutos já tínhamos atravessado o vale que separa a nossa casa da pedra de Loreley. Chegando lá nos encontramos com o resto do grupo e começamos a nossa jornada nos contos da região.
Vejam o vídeo no final
Fomos pra casa já cansados, mas meus pais estavam no teatro assistindo a uma ópera de 6 horas...hehe... então fiquei com a Martina e uns amigos dela assistindo a final da Germany Next Top Model. É claro que eu não assisti, então fiquei tentando atualizar as coisas no blog.
Meus pais chegaram e bebemos um pouco de vinho e cerveja.
Ah... eu não comi muita coisa no jantar porque a Martina não sabe cozinhar, então comemos sanduíches e salgadinhos...hehe
Poder falar com a Ana me deixou bem mais tranqüilo... ela sempre me deixa muito feliz. Te amo amor.
Beijos
21 de mai. de 2009 Postado por Alê às 08:47 0 comentários
Categoria Alexandre Bobrow
Ola pessoal... Hoje foi um dia bem puxado...
Muito doido né?
Então... depois de conhecer tudo nós fomos comer exatamente a mesma comida que é servida para o proletariado da empresa. Bom... saímos de lá e fomos conhecer uma outra parte da logística da Sebapharma. A Rhenus recebe dos fornecedores e estoca os materiais... mas a encarregada por distribuir tudo para os clientes é uma outra empresa chamada Dachser. No caminho o presidente do Rotary de Boppard resolveu dar uma carona para o Dani... olha a carinha de feliz do indivíduo,,,rsrs
Esta empresa é também uma loucura... eles praticamente não criam estoque... recebem a mercadoria e já transportam ela na mesma hora.
A Dachser tem sua central do lado do aeroporto de Frankfurt... essa sede é responsável por toda a cidade e outros lugares do mundo por ficar do lado do aeroporto. Eles recebem o pacote e encaminham direto para caminhões que já tem destinos definidos. A coisa desembarca e embarca em questão de minutos.
O controle dos caminhões é totalmente computadorizado. Eles conseguem ver se o caminhão está ligado ou desligado... se ele tá parado no sinal, qual a velocidade... e muito mais.
todo o sistema deles é online, o que possibilita ao cliente, acompanhar de perto o seu pacote. Tudo é feito de forma digital... até os recibos com assinatura.
Só pra vcs terem um gostinho.
Saímos de lá, e como Frankfurt é do lado... fomos passear lá. Subimos no alto do prédio central e vimos a cidade de cima. Depois fomos visitar os pontos históricos de lá. Comemos em um restaurante taverna muito legal.
Na saída até tomei uma trombada de um turco. Aqui as tribos são muito bem definidas, o que é péssimo. Você não vê as pessoas trocando experiências e informações. Uma tribo simplesmente não se mistura com a outra... eles mal se toleram...rsrsrsrs. A tribo dos turcos é um pouco violenta... o cara tentou arrumar confusão comigo, mas o Danielzinho me ajudou a entender a encrenca...rs Nada de mais aconteceu.
Chegamos em casa já a 1 da manhã, mas valeu a pena.
20 de mai. de 2009 Postado por Alê às 12:37 0 comentários
Categoria Alexandre Bobrow